quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rock in Rio 2013 – Dia 15/9

Oi, gente!

Vim contar como foi o meu segundo dia - seguido - de Rock in Rio. Como eu apelidei, o J Day, porque 3 das 4 atrações do Palco Mundo começavam com J.

Para começar, neste dia finalmente consegui andar na montanha-russa! Fui para a fila logo que cheguei, porque não estava tão grande. Quando já estava há uma meia hora na fila, ela simplesmente parou de andar. Motivo: deu um problema no brinquedo e o tempo de espera era indeterminado. What? Pois é. Eu e minha amiga decidimos esperar, pois já estávamos na fila e queríamos muito ir. Depois de uns 40 minutos, a montanha-russa voltou a funcionar e, como muitas pessoas na nossa frente haviam desistido por conta do sol forte e indeterminação do tempo de espera, logo chegou a nossa vez. Achei que o brinquedo era bem bobinho, mas é bem rápido e forte – fiquei cheia de roxos nos ombros pelas “porradas” que levei da trava de segurança nos loopings e voltar mais “tortas”. Das desvantagens de ser baixinha. Porém, gostei bastante do passeio apesar de tudo!

Este dia foi ainda mais lotado que o anterior, o que me faz pensar que eles vendem quantidades diferentes para cada dia, e não o mesmo número de ingressos para todos os dias, como dizem. Além disso, não consigo acreditar que eles tenham realmente diminuído em 25 mil a lotação da Cidade do Rock, porque estava tão cheio quanto em 2011 – foram os mesmos empurra-empurras, esmagamentos, etc. Tem algo errado nesse cálculo, Medina...

O Palco Mundo recebeu a banda Jota Quest como abertura. Fui obrigada a assistir ao show deles em 2011, mas este ano fiquei sentada descansando, porque ninguém merece ver o show do Jota Quest duas vezes no Rock in Rio, mesmo com 2 anos de diferença. Aliás, isso traz à tona uma discussão: por que tem que ter sempre bandas brasileiras abrindo os shows do Palco Mundo?

Muitos responderiam “ah, temos que valorizar a música brasileira, a cultura nacional, blá blá blá Whiskas saché”, mas sinceramente: eu não vou a um festival do porte do Rock in Rio passar perrengue para ver shows de bandas que posso ver a qualquer momento, com muito menos gente em volta e num local mais perto, e que têm sempre praticamente o mesmo repertório em todos os shows. Algumas das bandas podem até ser boas, mas não faz o menor sentido colocar sempre as mesmas bandas em todas as edições para abrir o Palco Mundo! É o caso de Ivete Sangalo (que se resume a ela mesma, não à sua banda, e distoa completamente do evento, mas enfim), Jota Quest, Capital Inicial, Frejat e Skank. Destas, só não gosto de Jota Quest e Ivete Sangalo, mas não faço a menor questão de ver seus shows no Rock in Rio. Preferia mil vezes que colocassem uma banda internacional que terei oportunidade de ver apenas uma vez na vida, talvez. Coloquem todas as bandas nacionais no Palco Sunset que está bom demais, e sem intercalar com o palco principal para não ter mais confusão.

O segundo show da noite foi o da Jessie J. Pouca gente realmente conhece o trabalho musical dela, mas eu adoro as suas músicas! Depois do show, fiquei ainda mais fã! Ela é super simpática, animada, carismática e fofa; dá vontade de abraçar ela de tão fofa! Quem falou mal do show dela é porque não viu ou porque não curte a música dela, porque nenhum outro artista no dia levantou tanto a plateia quanto ela. Além disso, a voz dela é incrível! Ela muda de tom várias vezes na mesma música, sem nem tomar ar direito, e faz alguns efeitos únicos com a voz que só ela sabe fazer. Muita gente que não conhecia as músicas dela adorou o show, então não venham falar mal do show dela!


Depois veio o show da Alicie Keys. Só conheço as músicas mais antigas dela, que ouvia na minha adolescência e a música da menina no fogo, então não estava muito animada para o show dela. Alicia é muito classuda e tem uma voz ótima, mas não animou tanto o público, principalmente porque a maioria não conhecia quase música nenhuma. Ela se esforçou, tentou fazer o público cantar junto, mas só conseguiu isso em umas 3 músicas, em especial em Girl On Fire, que todos ali conheciam graças à trilha sonora da última novela da Globo.


Finalmente, o show mais esperado da noite: Justin Timberlake! Muitas das pessoas que estavam ali pouco conheciam o repertório do Justin a fundo; gostavam de Mirrors e Suit & Tie, e pronto: foram ao show gritar pelo muso. Eu acompanho a sua carreira solo desde o início e gosto de todos os CDs, então amei ouvir hits como Like I Love You, Rock Your Body, What Goes Around... Comes Around e My Love. Acontece que o último álbum do Justin – o The 20/20 Experience – tem uma pegada bem groovy e as músicas são bem parecidas, além de serem contínuas, isto é, parece que o CD todo se trata de uma só música, pois não há intervalo entre as mesmas. Justin fez um show com classe, com coreografias ao som de puro groovy, intercalando com seus sucessos mais dançantes e populares. Isso não agrada à maioria das pessoas que estão acostumadas apenas com o Pop simples, com baladas e chorus, mas eu achei bem interessante. Há quem dissesse que seu show foi monótono em muitas partes justamente pelo fato de não ter sido muito Pop ou que ele foi muito distante do público, já que não houve muita interação de perto como no show da Jessie J. Entretanto, o legal foi justamente esse – ele não seguir o modelo de shows da maior parte dos astros do Pop e ter o seu estilo próprio, colocar a sua personalidade em seu espetáculo. Gostaria muito de ter assistido da grade (assim como o da Jessie J), mas no Rock in Rio é inviável para mim, tendo em vista meu sofrimento em 2011 no dia da Shakira.


Não vi nenhum dos shows que aconteceram no Palco Sunset, mas o da Kimbra com Olodum me pareceu bem interessante nos telões do Palco Mundo. Vou até procurar depois na íntegra para assistir.

Mais alguém foi no dia 15 também? O que acharam? Vou deixar mais algumas fotos para quem não foi ver como estava a Cidade do Rock.

Beijos a todos!


Vista panorâmica do Palco Mundo.
Camarotes da Coca-Cola, da Oi e da Heineken.
Camarotes do Club Social e do Trident.
Camarote do Rio e da Rádio Mix e parede de escalada dos Correios.
Garrafões do estande da Coca-Cola, vistas de outro ângulo.
O pôr do sol na Cidade do Rock e o camarote super VIP do Itaú. 
A Rock Street londrina. Ficou linda!

sábado, 21 de setembro de 2013

Rock in Rio 2013 – Dia 14/9

Oi, gente!

Fui ao Rock in Rio no sábado passado e vou contar como foi. Em primeiro lugar, preciso dizer que a desorganização continua e que está pior. Medina deveria me contratar para organizar essa joça, porque do modo que está não é possível!

Esse ano, o evento recebeu em torno de 25 mil pessoas a menos que em 2011, o que não melhorou em nada a sensação de superlotação. Muita muvuca, muito empurra-empurra, muitas pessoas esbarrando umas nas outras e muitas filas (principalmente nos brinquedos, as filas são intermináveis e chegam a durar até 6 horas, um absurdo). Só nos restaurantes que as filas estão bem menores, inclusive no Bob’s, que era o pior de todos em questão de fila em 2011. Para falar a verdade, nem parece que diminuiu a quantidade de pessoas – para mim, a venda de ingressos foi numericamente a mesma que na edição anterior.

A suposta revista na entrada, que disseram que seria bem mais rigorosa nesta edição do evento, continua igual. Tudo o que eles proibiram as pessoas de levar e mais um pouco, tinha lá dentro. O pior de tudo, para mim, são os diversos tipos de drogas que qualquer um via algumas pessoas usando a qualquer hora. Agora me respondam: qual o sentido de você pagar caro por um ingresso para curtir shows de bandas que você gosta muito para ficar se drogando no meio do evento? Não consigo entender, sinceramente. Como se já não bastassem as pessoas fumando cigarro à nossa volta, ainda temos que aguentar outros tipos de coisas que soltam fumaça, inclusive charuto. Deveria ser proibido fumar qualquer coisa no Rock in Rio. Aí vem os fumantes se defender “ah, mas é lugar aberto!”. É “aberto”, entre aspas: quando você está num lugar onde tem 84.999 pessoas em volta de você, numa tremenda muvuca onde mal dá para respirar, isso passa a ser um lugar fechado – fechado por pessoas -, logo não se deve fumar. A fumaça do cigarro fede (muito), faz mal (principalmente para pessoas alérgicas, como eu) e se espalha por vários metros. Se você quer deixar o seu pulmão preto (entre vários outros problemas causados pelo cigarro no corpo humano), deixe apenas o seu, fumando dentro de um saco de pão, porque ninguém é obrigado a aturar a fumaça e as consequências do seu vício.

Sobre os shows, assisti a 5 – os 4 do Palco Mundo e 1 bem mal no Palco Sunset; e é aí que começa a desorganização do festival. Este ano, resolveram colocar os 2 últimos shows do Palco Sunset com horários intercalados entre os 2 primeiros shows do Palco Mundo; quer dizer, obviamente deu merda. Os shows, seja em festivais ou não, quase nunca começam e terminam na hora exata marcada. Colocaram o show do The Offspring entre o show do Capital Inicial e do 30 Seconds to Mars. Começou logo depois do Capital Inicial, quase ao mesmo tempo, e não terminou a tempo de começar o do 30 Seconds to Mars, ou seja, se você queria ver os dois shows, ficou querendo, porque teve que escolher. Fora o fato de que os organizadores subestimaram o The Offspring, achando que pouca gente iria assistir, mas muita gente que foi queria assistir (algumas foram só para isso), a maioria entre 20 e 30 anos, pois fez parte da infância e adolescência. Resultado: ficou lotado, não cabia mais gente! Eu não consegui ver o show e mal consegui ouvir, porque a acústica do Palco Sunset estava terrível. Tentei chegar um pouco mais perto, mas estava tão apertado e cheio ali que foi impossível. Ouvi bem mal algumas músicas que queria ouvir e, achando que o show já havia acabado, saí de lá para ver o 30 Seconds to Mars no Palco Mundo. Enganei-me o show do The Offspring ainda estava rolando. Foi um misto de raiva com decepção. Essa ideia de intercalar os shows entre os palcos foi a pior de todas deste ano! Espero que em 2015 eles tenham aprendido com o erro e não façam mais isso, ou então que só coloquem artistas “ruins”, que quase ninguém gosta, no Palco Sunset; assim não fica lotado daquele jeito e quem quer muito ver e ouvir o show, consegue.

O mais perto que consegui chegar do Palco Sunset no meio da multidão

Sobre o show do Capital Inicial: achei muito bom, mas poderia ter sido melhor. Eu como fã gostaria que eles tivessem tocado músicas que não foram incluídas no set list devido ao tempo curto de show que o evento exige das primeiras bandas do Palco Mundo. Teria trocado algumas músicas por outras, mas gostei bastante.


O show do 30 Seconds to Mars foi bom, principalmente por causa do Jared Leto, que é um dos vocalistas de banda mais lindos que existem, no mundo. Conhecia poucas músicas, pois parei de acompanhar a banda há alguns anos, mas gostei do show e de ver o Jared descendo pela tirolesa enquanto cantava. Foi o ponto alto do show!


Florence and the Machine: o maior motivo para eu querer ter ido ao Rck in Rio no dia 14. O segundo maior motivo era o The Offspring, mas não deu certo, como já comentei acima. Fiquei arrependida de não ter ido a um festival que teve aqui no Rio há 2 anos, se não me engano, em que a Florence e o Bruno Mars cantaram. Na época, só conhecia 1 música da Florence e talvez não tivesse curtido tanto o show, mas pouco tempo depois me tornei fã e comecei a amar as músicas da Florence and the Machine, aí bateu aquele arrependimento de não ter ido ao outro show, mesmo assim. O show da Florence no Rock in Rio foi maravilhoso, só tenho isso a dizer! Música sei que é questão de gosto e eu adoro as dela, mas ela tem muita presença de palco e o conjunto da obra foi ótimo! Foi o show que mais ouvi elogios no dia seguinte das pessoas que foram!


O show do Muse, o último da noite, eu não curti muito. Não conheço quase nenhuma música da banda e as que conheço, não acho grande coisa. Já estava bem cansada no final da noite também, então fiquei sentada a maior parte do show; mais ouvi do que vi, e achei as músicas bem parecidas e repetitivas. Sei que muita gente gosta da banda, mas não me conquistou.


Por último, vou falar dos brindes desse ano: estavam bem sem graças e sem criatividade. Muitos se repetiram da edição passada e outros foram apenas uma variação dos antigos, como é o caso da pulseira que pisca do Itaú, que é uma variação do anel que pisca da outra edição. A Trident me decepcionou muito, porque em 2011 peguei vários chicletes de graça e esse ano estão vendendo a R$ 2,00 com ambulantes em guitarras verdes ou você precisa gravar um vídeo tosco pagando mico, que vai ser postado na internet, para ganhar um mísero Trident! Da outra vez, eram plaquinhas legais para você tirar foto com seus amigos ou sozinho, e você ganhava um a embalagem grátis só de ir até o estande. Achei legal que esse ano tem muitas ações para tirar foto, isso todo mundo gosta e custa barato. É só postar no site ou Facebook, como a Oi, o Multishow e a Heineken estão fazendo.

Então é isso. Depois conto mais sobre o outro dia que eu fui e sobre hoje, que ainda irei. Mais algumas fotos abaixo.


Beijos a todos!



O estande da Coca-Cola com tradicional garrafão luminoso
Estande da Sky

Roda gigante do Itaú com fila interminável para ir
Estande da Oi

Uma das lojas com produtos oficiais
Área super VIP do Itaú e loja da Taco abaixo
Estandes da Niely e da Chili Beans

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A Alma da Gente

A Alma da Gente
Direção: Helena Solberg e David Meyer
Gênero: Documentário
Origem: Brasil
Ano: 2013

Como citou Platão, "A Música dá alma ao Universo, asas à mente, voo à imaginação e vida a tudo”; e é exatamente isso o que o documentário brasileiro A Alma da Gente, de forma simples e emocionante, nos apresenta. Através dos ensaios do Corpo de Dança da Maré, regido por Ivaldo Bertazzo, e do cotidiano de dez jovens do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, é possível observar o impacto que a música e a dança trouxeram à vida destes jovens carentes num intervalo de 10 anos – em 2002 e 2012 -, e é aí que está o diferencial do filme.

O documentário tem foco específico no espetáculo “Dança das Marés”, o terceiro e último com coreografia criada por Ivaldo Bertazzo (os primeiros foram “Mãe Gentil” e “Folias Guanabaras”) para as crianças e adolescentes da Maré. O rigor do professor transformou a vida de todos os 60 jovens envolvidos nos três projetos do Corpo de Dança da Maré, não somente com dança e expressão corporal, como também com pintura e aula de música. Enquanto se deixavam envolver pelas diversas expressões artísticas, amadureciam para a vida.


Helena Solberg e David Meyer rompem as barreiras do preconceito e mostram que jovens, moradores das ditas favelas, podem evoluir se mergulharem no mundo da arte. Como expôs Jacira, uma das adolescentes entrevistadas, se todos pensassem como Bertazzo, “O mundo não seria baile, bunda, tráfico; violência, guerra e morte. Na minha opinião, o mundo seria pra arte, arte, arte”.


O que A Alma da Gente perde em qualidade de imagem e técnica de filmagem, ganha em conteúdo e emoção. Embora a segunda parte do longa-metragem tenha ficado inferior à primeira, devido à exploração rápida sobre como está hoje em dia a vida dos personagens, apenas no final do filme e isoladamente, sem um grande aprofundamento, o objetivo foi alcançado: expor um problema de caráter social e levantar uma discussão política sobre um assunto talvez desconhecido para muitos espectadores.

Trailer:


terça-feira, 10 de setembro de 2013

XVI Bienal do Livro Rio – Parte II

Oi, gente!

Fui mais uma vez à Bienal no último domingo, dia 8 de setembro, e vou relatar sobre meu novo passeio. Achei que estaria bem mais lotada, mas estava menos pior que na semana retrasada.

Cheguei lá 15 minutos antes de abrir e consegui, finalmente, tirar uma foto no trono de Game of Thrones no estande da editora Leya, porque estava com uma fila mínima, ao contrário da outra vez em que fui lá. Como cheguei cedo, também consegui pegar vários marcadores lindos que não peguei da outra vez. Já sabem o que isso significa né?


O que eu queria mesmo no domingo era assistir à palestra do Felipe Neto, que acabou sendo convertida num perguntas e respostas devido à faixa etária de seu público-alvo na Bienal. Somando o tempo que fiquei na fila para pegar a senha para o bate-papo e ao que fiquei para pegar autógrafo, foram 5:30 de fila. O bom é que encontrei pessoas legais na fila e tive com quem conversar para passar o tempo. Tornou a espera bem mais agradável.


O bate-papo com Felipe Neto
Comprei mais livros do que o esperado, pois estavam muito baratos! Agora pude entender o porquê da fila gigante para entrar na Intrínseca que tinha visto no outro domingo: muita promoção boa de livros! A Novo Conceito estava vendendo todos os livros a R$ 15,00 a partir de umas 19h, então quem ficou lá até ou chegou à noite, se deu bem (eu me incluo nesse grupo).

E foi assim o 2º dia de evento. Mais alguém foi no último dia de Bienal? O que acharam?


Mais algumas fotos abaixo:


Minhas aquisições do segundo dia de Bienal
Menino Maluquinho na entrada
Parede muito legal da Rocco
Bonecos de voodoo do livro Olho Por Olho
Estande da DCL com paineis de desenhos animados
Painéis da parede exterior do estande da editora Record

terça-feira, 3 de setembro de 2013

XVI Bienal do Livro Rio – Parte I

Oi, pessoal!

Fui à 16ª edição da Bienal do Livro Rio no último domingo, dia 1º de setembro, e vou contar como foi. Esse ano a Bienal comemorou 30 anos de existência, o que tornou o evento mais especial. Acho que eles poderiam ter explorado melhor essa comemoração dentro do evento com algumas ações de Marketing, mas tiveram muitos pontos positivos esse ano. A palavra-chave da Bienal Rio 2013 foi interação.


Uma coisa que gostei muito foi a homenagem que o evento fez à Alemanha. Tinha um estande enorme e com leds lindos de várias cores, 30 editoras alemãs, a exposição multimídia “Alemanha de A a Z”, uma seleção variada de obras atuais da literatura alemã e uma programação variada com palestras, bate-papos com autores e ilustradores alemães.


Além das tradicionais sessões de autógrafo com autores nacionais e estrangeiros (com destaque para Nicholas Sparks e Emily Giffin), organizaram muitas palestras e bate-papos sobre os mais diversos temas em espaços fixos – como Acampamento na Bienal, Placar Literário, Conexão Jovem, Mulher & Ponto e o tradicional Café Literário -, algumas bem interessantes. O legal foi que todas elas foram muito próximas das pessoas, sem aquele distanciamento físico enorme dos palestrantes, como ocorre em muitas palestras que vamos por aí. Foi tudo muito interativo.

Este ano, o Café Literário está especialmente lindo!

O Ziraldo está sendo homenageado através do Planeta Ziraldo também, com atividades lúdicas e 84 apresentações artísticas em todos os dias do evento. É possível ver pessoas de todas as idades usando o chapéu de papelão do Menino Maluquinho andando pelos pavilhões. Quem fez aniversário esse ano, junto com a Bienal, foi a Turma da Mônica, que comemorou 50 anos no evento, com um espaço especial no estande da Panini.



Os estandes das editoras estavam bonitos, mas os da XV edição estavam mais. As editoras estão pão duras com relação aos marcadores esse ano; estão deixando bem menos que na edição anterior! O mesmo com os livretos. Estão repondo menos, inclusive. Tem que pegar logo que vê, senão não tão cedo. O que mais vejo é panfleto. Buttons quase não vi também, muito triste. Voltei para a casa com bem menos peso do que na outra edição do evento.

Adorei duas ações de Marketing que ocorreram lá, feitas pela Estante Virtual e pela Editora Seguinte. A primeira era um joguinho no computador, para você adivinhar, em 1 minuto, qual livro ainda não existe no site da Estante Virtual e ganhar uma ecobag linda Eu Livros. Acertei de primeira e recebi um e-mail para participar de um concurso no site; achei bem legal! Já a segunda, é para você, menina, se vestir com um vestido azul lindo de princesa do livro A Seleção, tirar foto e, consequentemente, divulgar a série dos livros e a editora. Bem bolada!

Conheci a fofa da Laura Conrado, autora dos livrosa da série Freud, Me Tira Dessa!, no estande da Novo Século. Ela estava autografando os livros e comemorando o seu aniversário, além de promover um encontro entre blogueiras. Estou participando de um book tour do 2º livro da série, chamado Só Gosto do Cara Errado, então terá resenha dele aqui no blog.


De negativo, evento lotado, ar condicionado fraco sem vasão para todos os pavilhões e muitas filas para tudo, como de costume. Porém, a praça de alimentação está bem mais completa que em 2011. Enfim, é isso. Preparem seus pés e pernas para andar muito, suas colunas para carregar peso, seus bolsos para comprar os livros, porque estão caros, e divirtam-se!

Mais alguém foi na Bienal essa semana também? O que acharam?

Abaixo, algumas fotos do evento:

Minhas aquisições do primeiro dia de Bienal
Painel do filme The Bling Ring no estande da Intrínseca, que tinha uma fila dando volta para entrar.

Estande da Leya.

Estande da Salamandra e Moderna.


Estande da Novo Conceito. Lindo!

Estante da Editora Planeta. 

Os tradicionais livros pendurados no estande da Record.

Estande da Editora Rocco.

Estande da Saraiva.


Espaço da Secretaria de Educação.

Estande da Editora Sextante.


Estande da Submarino.

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