sexta-feira, 31 de maio de 2013

5 Anos de Blog + Sorteio

Oi, gente!

No dia 5 de maio, o Pensamentos Ao Vento completou 5 anos de existência. Mais um ano se passou e o blog continua firme e forte por aqui! Ele já passou por abandonos, recomeços, mudanças... É um verdadeiro camaleão, que se adapta às mais diferentes situações. O blog está passando por reconstruções e muito em breve ele estará novinho em folha e com novidades!


E que venham mais 5 anos! Parabéns ao blog! \o/

Para comemorar, preparei um super sorteio com 2 kits para 2 felizes ganhadores.

Os prêmios são os seguintes:

Kit 1: Livro "Meu Pé de Laranja Lima" + 2 livretos + 150 marcadores + 2 esmaltes + brinde surpresa

Kit 2: 1 livreto + 100 marcadores + 1 esmalte + brinde surpresa

Os livretos e marcadores são surpresa, assim como os esmaltes, mas garanto que serão ótimas supresas! Como o sorteio é especial de aniversário, resolvi colocar também um brinde surpresa em cada kit, que os ganhadores só saberão o que é quando a encomenda chegar em suas casas :)


As regras para participar são as seguintes:

- Morar no Brasil ou ter endereço de entrega em território nacional;

- Curtir a página do blog no Facebook;

- Compartilhar publicamente a imagem do sorteio na sua timeline do Facebook;

- Deixar um comentário neste post;

- Preencher o formulário Rafflecopter.


CHANCES EXTRAS

- Seguir o meu Twitter e twittar a seguinte frase (1 vez por dia):

O blog Pensamentos Ao Vento completou 5 anos e eu quero ganhar um dos super kits de presente! http://vai.la/347h

- Ser seguidor público do blog pelo Google Friend Connect;

- Seguir o blog pelo Networked Blogs;

- Seguir o blog pelo Bloglovin’.



O sorteio vai até o dia 30 de junho e os (as) dois (duas) ganhadores (as) terão 72 horas para responder às mensagens via inbox que mandarei. Caso contrário, terei que refazer o sorteio.

Beijos e BOA SORTE a todos!

sábado, 25 de maio de 2013

Festival Varilux de Cinema Francês – Parte IV

Oi, gente!

Essa é a quarta e última parte da série de posts sobre o Festival Varilux de Cinema Francês. Espero que tenham gostado dos posts, que tenham ficado com vontade de assistir aos filmes e que tenham conseguido ver algum no Festival. Quem se interessou e não conseguiu, a maioria deles vai estrear no cinema daqui a algum tempo; O Homem Que Ri e A Datilógrafa já estão em cartaz. Confiram o último post, com os dois últimos filmes que vi no Festival.

·  Uma Dama em Paris (Une Estonienne à Paris)
Direção: Ilmar Raag
Origem: França
Ano: 2012


Sinopse: Anne deixa a Estônia para vir a Paris, cuidar de Frida, uma idosa estoniana que emigrou para a França há muito tempo. Anne logo percebe que não é desejada. Tudo que Frida quer da vida é a atenção de Stéphane, seu amante há tempos. Stéphane, no entanto, está desesperado para que Anne fique e cuide de Frida, mesmo contra a vontade da velha senhora. Neste conflito de estranhos, Anne encontra seu próprio caminho.

Frida é uma senhora idosa com um gênio muito complicado, que já espantou muitos cuidadoras que seu ex-amante Stéphane contratou e tentou se matar com a última cuidadora. Depois disso, Stéphane teve a ideia de contratar uma cuidadora estoniana para ver se Frida se identificaria e se animaria com ela. Foi aí que uma casa de repouso, onde Anne já trabalhou, a telefonou e fez a proposta para que fosse morar em Paris para cuidar de uma senhora estoniana, já que falava francês e que sua mãe, a quem se dedicou a cuidar nos dois últimos anos, falecera. Depois de pensar um pouco, Anne aceitou.


No início, a relação de Anne com Frida foi difícil, fazendo com que Anne recorresse a seu patrão, Stéphane, e quase desistisse do trabalho. Porém, não se deixou dar por vencida e tentou de tudo para ganhar a simpatia de Frida e para agradá-la; e acabou ganhando ainda mais do que isso.

O filme não traz nada de surpreendente, mas a evolução da relação entre Anne, Stéphane e Frida é interessante, além da atuação ótima de Jeanne Moreau. Vale a pena assistir.

·  Prenda-me (Arrêtez-moi)
Direção: Jean-Paul Lilienfeld
Origem: França
Ano: 2013


Sinopse: Uma noite, uma mulher vai a uma delegacia confessar o assassinato do seu marido violento cometido há muitos anos. Mas à medida que a policial interroga essa mulher, menos tem vontade de prendê-la.



A personagem de Sophie Marceau é uma mulher reprimida, que convive com a violência doméstica desde a infância, não sabe se impor e que, por isso, é totalmente instável psicologicamente. As histórias que ela conta são fortes, até emocionam, mas a delegada, interpretada por Miou-Miou, é o verdadeiro destaque do filme, variando entre momentos de fúria, impaciência, pena, reconhecimento, ironia e instabilidade emocional. Prenda-me foi o último filme que vi no Festival Varilux de Cinema Francês e também o mais forte. Recomendo!


Para ler a Parte I, clique aqui.
Para ler a Parte II, clique aqui.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Festival Varilux de Cinema Francês – Parte III

Oi, gente!

Nesta terceira parte de posts sobre o Festival Varilux, vou lhes apresentar três filmes bem diferentes entre si, talvez um pouco polêmicos devido a certos pontos que falarei ao longo do post. Confiram!


· O Homem Que Ri (L’Homme Qui Rit)
Direção: Jean-Pierre Améris
Origem: França
Ano: 2012


Sinopse: Adaptação do romance de Victor Hugo traz a história de dois órfãos, Gwynplaine, um garoto cuja cicatriz no rosto dá a impressão de que ele está sempre sorrindo, e Déa, uma garota cega. Em pleno inverno, eles são acolhidos pelo grande Ursus e passam a viver com ele. Para ganharem dinheiro, os dois jovens decidem fazer um espetáculo pelas estradas, onde o sorriso de Gwynplaine desperta a curiosidade de todos que passam. Aos poucos, o garoto adquire fama e dinheiro, distanciando-o das únicas duas pessoas que sempre gostaram dele: Déa e Ursus.

Este filme é o 3º que fazem baseado na história de Victor Hugo. Depois de ver esse, fiquei curiosa para assistir às outras versões. A atriz que interpreta a Andrée em Renoir é a mesma que interpreta a Déa em O Homem Que Ri, com a única diferença de que no primeiro ela está ruiva e no segundo ela está loira. Em todas as edições de festivais de filmes vocês vão ver filmes em que um mesmo ator ou uma mesma atriz atua em mais de 1 filme. Eu acho legal porque, geralmente, eles interpretam personagens muito diferentes entre si, então podemos avaliar a sua atuação com base em 2 ou mais 3 filmes, além de ser interessante ver o mesmo ator em dois filmes diferentes em pouco tempo.


O Homem Que Ri lembra algumas nuances de O Retrato de Dorian Grey. Gwynplaine seria o Dorian, com sua fome de poder, de aproveitar sua juventude e de ter belas mulheres - no caso, a Duquesa que o provoca a todo tempo. Déa e Gwynplaine se apaixonam, como Dorian e X. Ambos trocam o amor de suas vidas pela vida de luxo e liberdade sexual. Assim como Dorian, Gwynplaine descobre tarde demais que aquela vida não lhe dará felicidade e que perdeu o amor de sua vida em vão, por algo vazio.

É um bom filme, com uma belíssima fotografia e uma bela trilha sonora, porém faltou algo nele e seu ritmo poderia ser melhor para prender mais a atenção. Ainda assim, vale a pena assistir, principalmente pela história. Estrou em cartaz essa semana no cinema, então aproveitem para assisti-lo!

·  Adeus, Minha Rainha (Les Adieux à la Reine)
Direção: Benoît Jacquot
Origem: França
Ano: 2012


Sinopse: Em 1789, no alvorecer da Revolução Francesa, Versalhes continua vivendo com imprudência e descontração, longe do tumulto que domina em Paris. Quando a notícia da tomada da Bastilha chega à Corte, o castelo se esvazia: nobres e servos fogem. Mas Sidonie Laborde, jovem leitora totalmente devotada à Rainha, não acredita no que ouve. Protegida por Maria Antonieta, acha que nada pode lhe acontecer. Ela não imagina que aqueles são os últimos três dias que vive ali.

Você lê a sinopse e acha que será interessante saber mais sobre a história de Maria Antonieta vista de outro ângulo. Aí você vê o filme e percebe que estava enganado (a). Teoricamente, era para o filme se centrar na relação homossexual que a Maria Antonieta mantinha com a Duquesa, mas esta mal aparece no filme e há apenas insinuações. Não parece que elas eram amantes, parece que tinham apenas uma relação platônica, como a que Sidonie Laborde tinha com a Rainha.


Adeus, Minha Rainha foi o pior filme que vi no Festival Varilux. Cheguei a cochilar em certos trechos. O filme é MUITO lento, muito parado, muito silencioso, promete e não cumpre. Só vale a pena pela fotografia, belos figurinos de época, atuações de Diane Kruger e Léa Seydoux, principalmente, e por algumas poucas boas cenas. Porém, no geral, é totalmente boring.

·  Além do Arco-íris (Au Bout de Conte)
Direção: Agnès Jaoui
Origem: França
Ano: 2013


Sinopse: Era uma vez uma menina que acreditava no amor, em sinais e no destino; uma mulher que sonhava em ser atriz e desesperava-se para chegar lá um dia; um jovem que acreditava em seu talento como compositor, mas não acreditava muito em si próprio. Era uma vez uma menina que acreditava em Deus. Era uma vez um homem que acreditava em nada até o dia em que uma vidente deu a data de sua morte e, relutantemente, ele começou a acreditar.

Já li algumas críticas de algumas pessoas em relação ao roteiro desse filme, às atuações e em relação ao excesso de personagens, mas eu achei uma gracinha. Achei o final satisfatório, ao contrário do que já li por aí. A história ficou bem fechada; o que futuro reserva fica por conta da nossa imaginação, assim como nos contos de fada. Já assisti a muitos outros filmes em que o final não fazia sentido ou era vazio, ou não dizia nada, ou o filme ficou no ar sem final.



O mais legal de Além do Arco-íris é a desconstrução dos contos de fada e as novas construções feitas em cima dos mesmos e da realidade da vida. Tem cenas bem dramáticas e outras bem divertidas. Mais humano, impossível. Eu recomendo.

Para ler a Parte I, clique aqui.
Para ler a Parte II, clique aqui.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Festival Varilux de Cinema Francês – Parte II


Oi, gente!

Hoje vim escrever a segunda parte dos posts sobre os filmes que vi no Festival Varilux de Cinema. Espero que gostem!


·  Aconteceu em Saint-Tropez (Des Gens Qui s'Embrassent)
Direção: Danièle Thompson
Origem: França
Ano: 2013


Sinopse: A história gira em torno de uma família, baseada na relação entre dois irmãos e seu pai com Alzheimer. Enquanto Zef está no enterro de sua mulher, Roni está no casamento de sua filha. Estes eventos conflitantes agravam ainda mais a já existente tempestuosa relação entre os dois irmãos. Entre Londres, Paris, Saint-Tropez e Nova York, uma série de confrontos e traições ameaçam afastar ainda mais a família, mas fora desta confusão aparecerá uma grande história de amor...ou talvez duas.

Milagrosamente, o título em português se encaixou melhor que o original - Aconteceu em Saint-Tropez é bem melhor que "Pessoas que se beijam".


Dois irmãos com diferenças antigas vivendo situações opostas. Uma voluptuosa esposa italiana em meio a uma família francesa. Um pai com Alzheimer que se esquece e se lembra dos fatos antigos e atuais e de seus parentes, contando seus casos amorosos extra-conjugais a seus filhos. Duas primas que se consideram irmãs que amam o mesmo homem sem saber, e uma se casa com ele. É nesse cenário que ocorrem as confusões e as surpresas.

É uma típica comédia romântica francesa, divertida, com seus clichês e pontos positivos. Bonitinha, porém nada demais, mas vale a pena ser vista.

·  Pedalando com Molière (Alceste à Bicyclette)
Direção: Philippe Le Guay
Origem: França
Ano: 2011


Sinopse: Cansado da carreira de ator, o respeitado Serge Tanneur decide abandonar os palcos e se aposentar, vivendo isolado na pequena Ilha de Ré. Sua calma é interrompida pela chegada de Gauthier Valence, ator de televisão popular, que o convida a interpretar o papel principal em uma adaptação de O Misantropo, de Molière. Afinal, a nova condição de Serge combina muito bem com o personagem clássico... Após a recusa inicial, Serge propõe um desafio: ambos devem ensaiar a primeira cena da peça juntos, nos papéis de Philinte e Alceste, e depois de cinco dias treinando, ele dará a resposta sobre sua participação. Começam assim os jogos de poder e manipulação entre os dois homens.

Pedalando com Molière é a relação entre dois atores, conhecidos entre si, mas não amigos. Um medindo forças sobre quem está certo, quem interpreta melhor e quem ficará com o papel de Alceste, personagem favoritos dos dois. Mesmo alternando os papéis, eles sempre querem interpretar o Alceste.

Gauthier convida Serge a fazer a peça O Misantropo com ele. Serge, que sempre quis interpretá-la, acha que fará o papel de Alceste, mas Gauthier lhe diz que quem fará Alceste será ele e que Serge ficará com o papel de Philinte, o que não lhe agrada nem um pouco. Serge, então, diz que não fará Philinte, somente Alceste. Para tentar contornar a situação, Gauthier propõe a Serge que eles ensaiem alternando os papéis e que façam o mesmo no palco. Serge aceita e diz que ao final da semana lhe dará a resposta sobre sua possível participação na peça.


Todo dia de ensaio, eles tiram na cara ou coroa quem fará o tão disputado Alceste. Serge controla a situação a todo tempo, interpreta seu papel favorito, dá dicas e até corrige Gauthier durante os ensaios, com um ar superior. Até o dia em que este percebe e não gosta nada. Nesse meio tempo, Serge começa a interessar por uma vizinha italiana, que antes julgava antipática.

O filme é muito parado no início. Só a partir do meio que começa a ganhar ritmo e a ficar realmente interessante. Ótimas atuações de Fabrice Luchini e Lambert Wilson como Serge e Gauthier, respectivamente. Belas paisagens e boa trilha sonora. O final é genial. Recomendo!

Para ler a Parte I, clique aqui.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Festival Varilux de Cinema Francês – Parte I


Oi, gente!

Desculpem essa humilde blogueira pelo sumiço mais uma vez. Espero conseguir postar aqui no blog com mais frequência a partir de hoje.

Como algum de vocês já devem saber, dia 1º de Maio começou o Festival Varilux de Cinema Francês, que vai até o dia 16 de maio. Infelizmente, ele está em cartaz em poucas cidades do Brasil, especialmente as capitais. Este ano, o Festival apresenta 15 filmes franceses, ainda não lançados no Brasil. Quem conseguir montar um bom cronograma de horários, tem a possibilidade de ver todos os filmes.


Como fã do cinema francês, amo o Festival Varilux, já montei meu cronograma e estou desde domingo indo ao cinema e assistindo a dois filmes por dia. Espero conseguir ver todos os filmes até o fim do Festival, ou quase todos pelo menos, pois alguns ainda vão estrear no cinema normal daqui algum tempo. Resolvi falar um pouco dos filmes que já vi em alguns posts, para incentivar todos que ainda não foram ao Festival a conferirem os melhores filmes, abrirem as cabeças para além de Hollywood e a se apaixonar pelo cinema francês como eu me apaixonei.


·   Renoir (Renoir)
Direção: Gilles Bourdos
Origem: França
Ano: 2012


Sinopse: Côte d'Azur, 1915. Em seus anos de crepúsculo, Pierre-Auguste Renoir é atormentado pela perda de sua esposa, as dores da velhice, doenças artríticas e a terrível notícia de que seu filho Jean foi ferido em ação. Mas quando uma jovem milagrosamente entra em seu mundo, o velho pintor é preenchido com uma energia nova e totalmente inesperada. Andrée se tornará sua última modelo, e a fonte de um rejuvenescimento incrível. De volta à casa da família para convalescer, Jean também cai sob o fascínio da estrela, essa nova ruiva do firmamento de Renoir. Em seu Éden Mediterrâneo - e em face da forte oposição de seu pai -, ele se apaixona por esse espírito selvagem, indomável ... nesse momento um cineasta começa a crescer.

O que mais gostei no filme foi que ele mostra a vida de dois famosos Renoir – pai e filho. Não li a sinopse antes de assisti-lo, então achei que era apenas sobre o pintor, e não também sobre seu filho cineasta. É o fim da vida do pai, com muito sofrimento devido a dores causadas por doença e velhice, e o início da vida do filho, que voltou ferido da guerra, alistou-se novamente (dessa vez, na Aeronática), voltou vivo e tornou-se um grande cineasta. Há também o filho mais novo, a quem o pai mal dá atenção e sente-se sozinho, e o filho mais velho, que quase não aparece no filme e também voltou da guerra ferido, mas no final do filme apenas.


A chegada de Déedée mudou a vida de todos, principalmente de Renoir-pai, que voltou a ter a alegria de sair de casa e pintar quadros, mesmo sentindo dores, e Jean Renoir, que se apaixonou por ela e teve um romance. Déedée era uma ruiva exuberante e sem muitos pudores, um pouco irônica e que não se deixava humilhar. Pousou nua diversas vezes para Renoir, se dizia artista que fazia um pouco de tudo, mas seu sonho era ser atriz.

O filme é um pouco lento no início, mas a partir da metade ganha ritmo. A chegada de Jean Renoir dá outro rumo à história também. Como gosto muito de filmes biográficos, achei interessante. A fotografia é linda, há belas paisagens e pinturas, e a trilha sonora é de uma beleza sutil. Vale a pena assistir.

·  A Datilógrafa (Populaire)
Direção: Régis Roinsard
Origem: França
Ano: 2012


Sinopse: Aos 21 anos de idade, Rose Pamphyle mora com seu pai e estar prestes a casar com o pacífico filho de um garagista. Ela poderia virar uma dona de casa, mas a jovem tem planos mais ambiciosos. Ela sai de sua cidade e tenta um emprego de datilógrafa no escritório de seguros de Louis. Mesmo se suas habilidades como secretária são fraquíssimas, o homem fica impressionado com a velocidade com a qual Rose consegue digitar. Logo o espírito competidor de Louis se desperta: ele decide aceitar Rose como sua secretária, contanto que ela treine para participar da competição de datilógrafa mais rápida do país.

Até agora, este foi o filme de que mais gostei no Festival Varilux e entrou para a minha lista de favoritos! É uma comédia romântica apaixonante! O mais impressionante de tudo é como uma trama aparentemente simples – um concurso de datilografia – se tornou tão encantador. O filme prende a atenção do início ao fim, não tem como ficar entediado! Cada treino, cada fase do concurso te deixa mais ansioso para saber qual será o próximo fato que irá acontecer. Há alguns clichês, como em toda comédia romântica, mas não tira a amoção nem um segundo. Além de nos fazer rir e torcer pelo romance do casal protagonista, o filme também faz com que nos emocionemos em algumas cenas.


O desenrolar do romance de Rose e Louis é uma gracinha! Ele é tímido, ela é tímida, mas está na cara que os dois se amam. A ambientação e o figurino dos anos 50 perfeitos dão uma aura mágica à história! A atriz protagonista Déborah François lembrou em parte a atriz Audrey Hepburn por seu rostinho, cabelo e estilo de boneca. A trilha sonora é linda, linda! Tem uma música que com certeza vai ficar um tempo na sua cabeça - “chá chá chá de la secretaire...” – e uma frase marcante no final. Este ninguém pode deixar de conferir! Altamente recomendado!

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