sábado, 28 de março de 2009

Sobre finais de semana curtos e situações cotidianas bizarras

Muitas coisas para fazer e muito pouco tempo para fazê-las. Vocês com certeza já passaram por isso. No meu caso, isso vem ocorrendo constantemente aos finais de semana. Sempre quero tirar os meus sábados e domingos para me divertir e sair, ao mesmo tempo que preciso descansar da correria da semana toda que passou e fazer alguns trabalhos da faculdade. E nunca consigo fazer tudo; aliás, nem metade. Acho que o final de semana deveria ser maior, 2 dias é muito pouco, quase nada. Até parece que vou conseguir descansar 7 dias de muito cansaço em 2 míseros dias né... Parece que os dias de semana demoram mais pra acabar e os finais de semana terminam rápido demais, o dia passa muito rápido, mesmo que você não faça nada. Estava pensando nisso ontem no ônibus quando estava indo para a faculdade. Definitivamente, preciso de um final de semana de pelo menos 7 dias.

Enquanto eu pensava sentada no banco do ônibus já cheio, com o meu fone no ouvido, me vem uma mulher com uma bolsa enorme ficar parada do meu lado. OK, ela saiu logo porque conseguiu um lugar rápido ainda bem. Daqui a pouco, chega um homem pançudo, parecendo que estava grávido de tão grande e redonda que era a pança, e fica com a mesma praticamente na minha cara. O ônibus andava, fazia curvas, corria, e lá ia e voltava a pança (¬¬). Até que eu comecei a espirrar por causa do cheiro da fumaça poluída da rua e peguei um lenço de papel na mochila. Impressionante, foi só eu pegar o lenço que o cara logo se afastou de mim com a sua pança nojenta. Eu odeio essas pessoas que ficam em pé no ônibus se segurando ao seu lado. Ahpaputaqueopariu! Quando não é uma bolsa gigante quase batendo (ou batendo) na sua cara e no seu braço, é uma pança enorme! Isso é pura folga! Não conseguiu lugar pra sentar? F*da-se, o problema não é meu, e não é por isso que você precisa colocar algo na minha cara como se eu fosse me levantar pra te dar o meu lugar. Prontofalei.



Outra coisa que me irrita em ônibus são essas pessoas que ficam se encostando em você, olhando pra você enquanto estão em pé ao seu lado, para fazer você levantar pra elas. Ah, até parece que eu vou levantar do meu lugarzinho com aquela mochila pesada, em plenas 7:45 da manhã, morta de sono, pra qualquer um! Pobres mortais iludidos... Às vezes a pessoa do seu lado nem está com essa intenção, mas, além de serem poucas vezes, sempre parece. Fica te olhando, te intimidando, como quem diz “Sai logo desse lugar que eu quero sentar, porra!” ou “O que você está fazendo sentada aí enquanto eu to aqui em pé?”. Sorry, baby. Ninguém mandou chegar tarde demais no ônibus... (6)

Outro dia eu estava num táxi, voltando de noite pra casa de uma palestra, distraída, pensando na vida, ouvindo Claudinho e Buchecha no rádio do taxista, quando olho para o lado e me deparo com uma figura um tanto exótica: um vovô tirando onda de motoqueiro numa moto enorme, com jaqueta de couro colorida, um capacete enorme igualmente colorido e um cigarro na boca, sem segurar. Vai lá, vovô! Hahaha

Mais uma coisa que sempre me acontece é eu pedir uma bebida em algum restaurante perto da faculdade e o garçom errar o meu pedido. Eu posso até falar baixo, mas eles também são burros. Quando você pede um Guaraná Zero você quer dizer o quê? Um Guaraná Antarctica vou pedir a minha comissão, certo ? Pois é. O garçom me vem com um guara alguma coisa zero. Um guaraná natural horrível vagabundérrimo. E ainda estava quase abrindo pra colocar no meu copo! Falei que não era aquele, era o refrigerante, ele fez uma cara de pateta como quem não entendeu o que eu falei e ficou um tempo pensando naquilo. Aí 100 anos depois, entendeu e foi pegar o guaraná certo. Isso sempre acontece com Matte também. Sempre peço Matte natural e quase sempre perguntam se é com limão. Sempre quis falar “Ô meu filho, natural é com limão por um acaso? Ah tá”. Pior foi uma vez que pedi o natural e o garçom chegou com o Matte natural e um copo com gelo e limão. Assim, se eu quisesse limão no Matte eu tinha pedido logo o com limão, não o natural né, dããã.


Ai, ai... Gente inconveniente e burrice cansam a minha beleza.

Post-reclamação [Mode On]

quinta-feira, 19 de março de 2009

Poder, o seu nome é Mulher!


Os homens adoram dizer que mulher é tudo igual. Porém, na verdade, todas as mulheres são diferentes e únicas. Existem mulheres e mulheres; algumas podem até ser parecidas, mas nunca iguais. Como escreveu Machado de Assis:

"As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore”.

O primeiro homem valente foi Adão, que escalou até o topo da árvore onde estava a maçã Eva, quando aceitou comer a maçã da árvore do pecado. E existe algo melhor que pecado? Se não fosse por Eva, os seres humanos ainda estariam vivendo numa floresta, comendo frutas o dia todo e se reproduzindo como coelhos, naquela eterna ignorância e falta do que fazer. Sem saber, Eva abriu os olhos de Adão para o mundo, um novo mundo. E, na verdade, foi ela quem mais se deu mal com isso, pois até pouco tempo o homem se sentia superior e dono da mulher. Só com o passar do tempo a mulher foi conquistando o seu lugar na sociedade machista; e mais do que merecido, diga-se de passagem, porque sem a mulher a sociedade sequer existiria, porque tudo começa a ser gerado dentro de um ventre feminino. Podemos até dizer que a mulher é o umbigo do mundo.

Mulher é sensível, sensitiva, amorosa, apaixonada, misteriosa, inteligente, batalhadora, persistente, independente e não tem vergonha de chorar. Mulher aguenta dor, cuida da casa, trabalha fora, trabalha com cólica e dores provenientes da mesma, aguenta cantadas ridículas de homens nojentos na rua e consegue até rir de piadinhas machistas. Mulher é força pura! Afinal, não existe algo mais forte que amor de mãe. Mulher corre atrás do que quer e sempre acaba conseguindo, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas; e, apesar de toda a correria diária, ainda arruma tempo para se cuidar e ficar cada vez mais bonita. Mulher aguenta tanta coisa, que nenhum homem consegue fazer nem ideia de como é ser mulher. Mulher faz melhor tudo o que o homem faz (e mais um pouco), e ainda faz de salto alto! Como um ser assim pode não ser superior? A mulher foi criada depois homem porque sozinho ele ficaria perdido, e ela sozinha não teria a quem cuidar e ensinar. Haja poder! Sexo frágil? Não chegamos nem perto! Apenas 1 dia do ano é muito pouco, quase nada, para nos homenagear. Isto deveria acontecer espontaneamente todos os dias.

Texto escrito para o Blorkutando.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Porque pecar nem sempre é pecado.

Pelo contexto religioso, pecado é qualquer desobediência à vontade de Deus; também está ligado a erro e distanciamento do correto. Os conhecidos 7 pecados capitais fazem parte de um conceito que surgiu antes do cristianismo e que conhecemos hoje como vícios.O catolicismo utilizou-os com o intuito de controlar, educar e proteger seus seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. No entanto, não há registro dos 7 pecados capitais na Bíblia. A Igreja Católica classificou e selecionou o pecado em dois tipos: os pecados perdoáveis sem a necessidade de sacramento da confissão e os pecados capitais, merecedores de condenação. (definições retiradas daqui)

Se foi a Igreja Católica que inventou isso tudo, como inventa todas as mentiras e baboseiras que prega até hoje para beneficiá-la, por que nós temos que aderir e acreditar em suas palavras? A Igreja não tem o poder de dizer o que imperdoável ou não, ela não é Deus; aliás, está muito longe Dele, mesmo dizendo que O representa na Terra. E por que somente sete pecados capitais? Por que não 10 ou 15? Existem muito outros pecados piores que a preguiça, a inveja, a gula, a vaidade, a luxúria, a avareza e a ira. Eu acho que estuprar uma menina desde que ela tinha 6 anos e engravidá-la de gêmeos aos 9 é o pior pecado que um homem pode cometer, e é bem pior mil vezes que qualquer pecado capital. Já a Igreja, acha que abortar os bebês que provavelmente não conseguiriam nascer e que matariam a pequena mãe é o pior pecado de todos claro, porque seus padres adoram estuprar criancinhas. Ela precisa se defender e manter o seu poder sobre a cabeça fechada das pessoas. Mas enfim... Voltando aos 7 pecados capitais...

É natural do ser humano pecar. Todo mundo peca e vai pecar até morrer, até nas prováveis próximas vidas. Eu diria que pecar é a coisa mais natural do mundo e que é uma coisa muito relativa – o que pra mim pode ser pecado, pra você pode não ser e vice-versa. Além disso, os 7 pecados estão diretamente ligados à hipocrisia. Por quê? Porque todo mundo comete todos os pecados o tempo todo, nem que seja em pensamento ou sem perceber, mas não admite. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer que não sente inveja de ninguém? Ou que não é vaidoso? Ou que não é muito ligado a sexo? Ou que nunca foi pão-dura? Eu, várias. O ser humano além de naturalmente pecador, é hipócrita, e não consegue admitir que comete erros e que possui certos defeitos condenados pela sociedade - aí entra a parte histórica do catolicismo, que considera alguns pecados imperdoáveis. Eu admito sem problemas: cometo todos os 7 pecados capitais e mais alguns.

1. Preguiça: Eu sou muito preguiçosa para algumas coisas. Tenho muita preguiça de ler livros, me dá sono; prefiro ler na internet, mas mesmo assim tem uma hora que cansa. Tenho preguiça de sair do quarto às vezes pra pegar alguma coisa não tão necessária naquele momento. Tenho preguiça de fazer trabalhos chatos e enrolo de vez em quando. Morro de preguiça de fazer qualquer coisa quando está chovendo muito, nem saio de casa. Tenho preguiça de sair quando me chamam pra algum programa em cima da hora, porque sou lerda pra me arrumar. Tenho preguiça extrema para acordar cedo. E por aí vai.



2. Inveja: Eu sinto inveja de algumas pessoas e situações, mas a maioria é a dita saudável, não faz mal a ninguém a não ser a mim mesma. Você pode ter inveja e prejudicar a pessoa da qual sente inveja ou guardá-la pra si e tentar esquecer. Sabe aquela bolsa (ou qualquer outro objeto) que você está de olho há um tempo, só que é muito cara pra sua renda, e você vê uma amiga sua com ela quando se encontram? E quando praticamente todas as suas amigas estão namorando e só você está sozinha há séculos? Ou quando você queria muito ter um dom e outra pessoa o tem, tipo tocar algum instrumento ou falar uma língua muito complicada? Ou também quando você vê que algum conhecido tem uma vida muito fácil enquanto a sua está sempre complicada? Pois é, a inveja está te dando um olá.


3. Gula: Meu pior (ou seria melhor?) pecado. Se eu não engordasse, comeria o dia to-do. Se alguém me ligasse, eu estaria mastigando. Se alguém olhasse para o lado e me visse, eu estaria comendo. Comer é muito bom né, gente? Uma das 3 melhores coisas da vida! É claro que eu não como o dia todo, mas de vez em quando cometo este pecado, e gosto muito de cometê-lo. Aliás, não acho que a gula seja um pecado. Pecado pra mim é jogar comida fora.



4. Vaidade: Só não sou mais vaidosa por falta de dinheiro. Adoro me arrumar, me maquiar, comprar roupas e acessórios, cuidar do cabelo. Só no dia-a-dia dos estudos que sou meio preguiçosa pra me arrumar, mas quando saio me arrumo bastante. Que mulher não é vaidosa? Ou melhor, que pessoa não é vaidosa? Até pessoas com estilo considerado estranho são vaidosas, porque elas se vestem daquela maneira para se sentirem arrumados para a tribo a qual pertencem - possuem piercings, tatuagens, usam pulseiras grandes, roupas diferentes (e por isso chamativas), cintos com rebites, sapatos extravagantes, maquiagens pesadas e/ou exageradas, etc. Tudo isso é vaidade; elas se acham bonitas se vestindo daquele jeito. Se essas pessoas não fossem vaidosas, nada disso faria diferença para comporem o seu visual. Até menino de rua é vaidoso – canso de ver pivetes com o cabelo loiro-Belo aqui no Rio de Janeiro. Inclusive, há uns anos um menino pediu dinheiro para a minha mãe, ela perguntou se ele estava com fome que ela lhe comprava um lanche e ele disse que queria comprar uma tintura de cabelo... Vê se pode? Não tem dinheiro para nada, nem para comer, mas quer pintar o cabelo lembram daquele grupo de pagode Soweto? Pois é, lembrem-se agora do cabelo do vocalista, o Belo! Pra gente ver como a vaidade está na pele de todas as pessoas.


5. Luxúria: Bom, também sou filha de Deus né. Quem não gosta de uma sacanagem de vez em quando (ou sempre)? Hahaha. O ser humano tem o sexo como uma necessidade fisiológica, mesmo que não seja o ato em si, pode ser apenas uma pegação.


6. Avareza: Sou pão–dura com comida, confesso. Adoro comer bem, mas detesto gastar o meu dinheiro pra isto. Eu sou controlada, não gasto com o que não posso, mas quando tenho dinheiro não me importo de gastar. Sou até mão aberta com algumas coisas.


7. Ira: Perco a paciência com facilidade, então não venha me perturbar, ficar me perguntando a mesma coisa 100 vezes e me fazer repetir coisas óbvias. E quando eu fico com aquela raiva braba, sai de baixo!

Então, gente, vamos pecar muito, porque somos seres humanos imperfeitos, portanto nós podemos. E nada de ficar se punindo porque cometeu um dos tais 7 pecados capitais, “os imperdoáveis”. Às vezes, pecar não é pecado. É tudo uma questão de ponto de vista.

Texto escrito para o Blorkutando.

domingo, 1 de março de 2009

Todo Carnaval Tem Seu Fim

Segundo a Wikipédia:

O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.


Que o Carnaval é uma festa bonita, colorida e alegre todo mundo sabe; e que é super agitada, ninguém discute. Agora, que é divertida, alguns discordam. Nem todos gostam de ir pra rua ficar pulando e sendo esmagados num calor de 40º, além dos tipos de música. Aqui no Rio, o que mais se toca nos blocos é samba e marchinhas, além das tradicionais escolas de samba que desfilam todo ano pela avenida. Em Salvador, é o axé que rege a folia. Em Pernambuco, também há blocos de rua, mas diferentes dos cariocas, com músicas e danças típicas, como o frevo. O Carnaval brasileiro é considerado o mais animado do mundo e, talvez, o mais bonito; por isso é o mais famoso. Acho que este título deve-se também à alegria do povo brasileiro, não só às tradições, já que é ele que anima as ruas. Vários turistas todo ano vêm aqui para o nosso país conhecer as cidades, gastar dinheiro e se divertir com as nossas comemorações carnavalescas. E se eu disser que não gosto destas comemorações? Gosto das roupas, das fantasias, dos desfiles das escolas de samba, da animação das pessoas, de vê-las brincando de serem felizes. Acho tudo muito bonito e colorido, mas não gosto de participar do Carnaval e de suas festas em si. Melhor dizendo, não gosto de pular carnaval.

Quando eu era criança, gostava do Carnaval por causa das festinhas do colégio e porque, claro, eu ficava 1 semana sem aula. Como eu morava em São Paulo, nunca havia ido a um bloco de rua ou qualquer coisa parecida. Geralmente, passeava com meus pais e às vezes vinha pro Rio visitar meus avós. Só fui saber o que era um bloco aos 15 anos, que foi quando comecei realmente a sair mais sozinha. Fiquei ansiosa nos meus 2 primeiros carnavais na rua, mas como eu não gosto de samba nem sou chegada a marchinhas, não conseguia me divertir em todos os blocos. Alguns tocavam a mesma música durante horas, outros ficavam tão lotados que me sentia até desconfortável por não conseguir me mexer naquele calor em meio a tantas pessoas pessoas e em outros eu acabava ficando logo cansada, enjoava daquilo tudo. Depois desses 2 carnavais, percebi que o Carnaval não era bem do jeito que eu imaginava, porém fiquei me forçando a ir aos blocos até ano passado. Esse ano, percebi que não gosto mesmo de blocos de rua e deixei pra lá, pois não estava mesmo com muita vontade de ir. Eu até queria ir em um ou dois blocos, mas não fui em nenhum, porque na sexta-feira de Carnaval começou uma crise de sinusite. Este foi o Carnaval mais desanimado que já passei, o que mais fiz foi descansar e ver filmes. Mas ah, outros virão. E dessa vez, vou planejar tudo pra passar essa semana carnavalesca com muita diversão e de preferência fora do Rio, porque ninguém aguenta a mesma coisa todo ano.


Como todo ano e tudo na vida, o Carnaval sempre tem seu fim. O que para alguns já começou em fevereiro, pra mim começa amanhã. Essa semana recomeça a minha rotina universitária, e com alguns elementos a mais. Então, adeus Carnaval e adeus férias. Até o ano que vem e o final do ano, respectivamente!

Ps: A partir deste post, começarei a escrever textos para o Blorkutando. O blog entrará numa nova fase, então fiquem de olho!

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