domingo, 29 de junho de 2008

Não sou explícita


Sim, não sou assim. Não acho necessário ficar demonstrando todos os meus sentimentos a toda hora para toda e qualquer pessoa. Acho inútil, na verdade. Está certo que é péssimo guardar tudo pra você, mas eu não guardo. Quando eu tenho que falar, eu falo na cara e não levo desaforo pra casa. Claro, que com limites de local, momento e pessoa.

Não gosto de ficar chamando atenção o tempo todo por falar alto ou por fazer piadas imbecis para fazer as pessoas imbecis rirem e me acharem legal. Até porque eu quero que pessoas que eu considero legais me achem legal, não as imbecis. Dessas, eu quero apenas distância. Sempre fui discreta e gostei de chamar atenção de outras formas, mas não por coisas negativas, só pelas positivas. Notas altas (eu era nerd até mais ou menos 14 anos), trabalhos bem feitos, frases e atos inteligentes, estar bonita, ter charme, ser divertida, simpática, diferente, original e até tímida (de alguma forma, pessoas tímidas chamam certa atenção), sempre foram os motivos pelas quais eu sempre chamei atenção. Inclusive, quando eu era criança, era muito imitada pelos meus coleguinhas de classe, até mesmo pelos que não gostavam de mim.

Acho muito mais interessante uma pessoa que não é explícita, pois ela leva consigo um mistério. O mistério sempre me fascinou em tudo, adoro descobrir o que está por trás dele. E é ele que faz com que uma relação se torne mais interessante e até duradoura, seja ela de amor ou amizade, já que faz com que cada um queira descobrir sempre mais do outro, conhecer mais e mais o outro, para saber lidar melhor com as qualidades e, principalmente, com os defeitos. Conhecendo mais o outro, é possível decidir se quer ou não levar a relação adiante, se vai ou não dar certo. E se não for pra dar, não adianta insistir que um dia vai acabar, e da pior maneira possível. Antes terminar bem do que terminar mal, vocês não acham? Ficar insistindo no erro, só leva a decepções e sofrimento maiores e desnecessários.

Por outro lado, quando você já conhece tão bem uma pessoa em pouco tempo, perde até um pouco a graça da conquista diária, pois ela se mostra quase toda de uma vez. As partes, se assim pode-se dizer, a serem conquistadas já são conquistadas logo de início, não há mais tanto a conquistar. A relação acaba se acomodando. Além disso, se um grande defeito for mostrado logo de cara, é mais fácil de nos afastarmos de alguém, pois mal o conhecemos. Porém, quando já temos um certo envolvimento, se torna mais complicado, já que criamos vínculos mais fortes com a pessoa e conhecemos melhor suas qualidades.

Por isso gosto de não ser explícita e de pessoas que também não o são. Prefiro que as pessoas me descubram aos poucos, para irem aprendendo a lidar comigo, ao mesmo passo que as descubro e aprendo a lidar com elas. Tudo na vida é um aprendizado, inclusive conhecer verdadeiramente uma pessoa. Aliás, esta é uma árdua tarefa para todos nós, por mais que não pareça, pois todos usamos máscaras, e sempre as que nos convêm. É preciso uma lupa para enxergar os detalhes que formam o todo de cada um, para entendê-los realmente. Assim, após o conhecimento, passamos para outra fase: a da convivência harmoniosa. Mas isto é assunto para outro post.

Esse post foi baseado na comunidade do orkut Não sou explícito, cuja descrição é “o fato de eu não me demonstrar claramente não quer dizer que eu não sinta.” Apesar do mesmo assunto, aborda tal fato de forma diferente da minha, até agora.

Não explicitar grande parte de seus sentimentos também tem seu lado negativo. Muitas vezes as pessoas não te entendem, te entendem erroneamente ou fazem mal juízo de você. Tudo tem seu lado ruim. Ser explícito tem seu lado ruim, e eu acho pior do que não ser. Então, continuo preferindo não ser explícita.

Mais selinhos!

Recebi mais 4 selinhos do Tiago! Adorei todos eles, muito obrigada! :)







Repasso estes selos para:


Dama de Cinzas

T.

Igor

Nathália



E como esqueci de repassar o selinho do post anterior, repasso-o agora para:
Nadezhda
Camilla

Marii

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Por trás dos blogs

O que há por trás de um blog, vocês já pararam para pensar? Então, eu já parei algumas vezes, e ainda vou parar muito, porque não pretendo largar o meu blog tão cedo.

Quando eu leio um texto num blog, eu fico imaginando a voz da pessoa lendo aquele texto em voz alta. Olho para a (s) foto (s) do (a) dono (a) do blog e imagino se a voz dele (a) é grossa, se é fina, se é anasalada, se é agressiva, se é doce; os sotaques; os modos de falar: se fala rápido ou devagar, alto ou baixo. Além disso, fico imaginando a cara da pessoa ao dizer o que escreveu, com todas as suas expressões. Por isso, gosto de blogs com várias fotos de seu (sua) dono (a), para fazer a minha imaginação fértil trabalhar ainda mais. Até nisso meu detalhismo interfere, percebem?

Outra coisa que instiga a minha curiosidade é como a pessoa está digitando aquele texto, como está vestida. Eu, por exemplo, já digitei muitas vezes vestida num lindo pijama hahaha. Ao ler um texto ou um comentário, você fica olhando para a foto linda da pessoa que está ao lado dos mesmos, certo? Pois é. E não imagina que ela pode estar totalmente esculachada ou apenas de roupas íntimas (ui, que pensamento tarado!). Mulher eu não sei, mas aposto que muito homem digita de cueca samba-canção! Assim como muita gente deve digitar só de toalha, de camisola furada, com o cabelo todo desgrenhado e com a cara amassada enquanto come nuggets. hahaha
Ah, vocês já pensaram nessas coisas todas alguma vez na vida também, vá? x)

Agora vocês se perguntam: por que essa garota postou essa coisa inútil?
Eu respondo: sei lá, deu vontade. Eu sei que é inútil. E quem disse que eu quero postar só coisas úteis no meu blog? Tá, eu confesso. Não estou com inspiração hoje para escrever um texto bom também. Fiquei pensando nesse assunto hoje e resolvi postá-lo. É isso.


Agora, mudando de assunto...


Selinho!
Ganhei um selinho da minha irmã aquariana Ariana!

Muito obrigada, viu? Adorei! :)


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Tentativa Poética II

Mais uma vez, cá estou eu postando um poema. Já disse aqui que não sou poetisa e nunca tive muito talento nem criatividade para escrever poemas, mas minha inspiração poética mais uma vez pousou sobre minha cabeça e saiu o poema abaixo. Espero que gostem :)



Absurdo Amor
Meu amor é tão forte
Que chega a doer na alma
Me deixa insone
E me tira a calma

Meu amor é tão grande
Que se expande em meu peito
Rouba todos os meus suspiros
E se ocupa do meu pensamento

Meu amor é tão verdadeiro
Que zomba da paixão
Faz pouco da raiva
E me tira o chão

Meu amor se faz tão presente
Que já tentei esquecê-lo
Porém sem êxito algum
Pois em meu peito ele sempre está

Latente
Insistente
Resistente
Permanente

Meu amor é dilacerante
.

domingo, 15 de junho de 2008

Observando e aprendendo


Observar pessoas é uma arte que nem todos apreciam ou conseguem entender e praticar. Pois bem, eu adoro observar todo tipo de pessoa, acho interessantíssimo desde criança.

Eu reparo em exatamente tu-do em alguém, tudo mesmo! Se você tem um dente 10 graus torto para a direita que nem a sua mãe reparou, eu vou reparar. Se você quebrou um pedacinho da unha do pé e ta com 1 mm do esmalte lascado, eu também vou reparar. Além de uma ótima observadora, sou hiper detalhista. Para mim, os detalhes importam muito mais do que a coisa em si. São eles que nos revelam as partes mais importantes de alguém, se assim pode-se dizer, e também as mais ocultas. À medida que você vai convivendo com uma pessoa, você descobre sempre coisas novas sobre ela, boas, ótimas, ruins e péssimas; e são os detalhes que revelam isso tudo.

Há quem fale que eu sou maluca por falar algumas coisas em relação a algumas pessoas, mas depois de um tempo descobrem que eu estou com a razão - e isso acontece aproximadamente 98% das vezes. Podem até não admitir por vergonha ou orgulho, mas eu sei que elas sabem que eu estou certa. O que posso fazer se eu consigo perceber coisas que a maioria dos outros humanos não conseguem, não é? Eu tento ajudar e alertar, mas se não me ouvirem não posso fazer nada. Outras vezes, elas não conseguem perceber mesmo ou não querem ver.

Se há uma coisa que eu adoro fazer é ficar parada num lugar, só vendo as pessoas passarem. Parece bobo e inútil, mas é divertido. Você vê cada coisa bonita, bizarra, nojenta, legal e engraçada! Por exemplo: sabem aquelas mesinhas que ficam em frente ao Mc Donald’s de sorvetes nos shoppings? Então, ali é o lugar perfeito! Aqui no Rio tem um shopping que essas mesinhas ficam em frente às escadas rolantes de descer e subir, o que é mais perfeito ainda. Já vi gente bolinando, tirando meleca do nariz e grudando na escada (sim!), batendo no filho, tropeçando, tentando disfarças certas situações, e por aí vai. Fora que passa todo tipo de gente por ali, são mais detalhes para o meu olhar detalhista. As pessoas possuem jeitos – de falar, de mexer as mãos, de olhar, de andar, de espirrar, de mexer os lábios, de segurar objetos, etc - e manias muito interessantes de serem observados. Eles revelam muito sobre a personalidade de uma pessoa, mas é preciso saber enxergar além para entendê-los.

Quem sabe observar além do óbvio ganha muito mais, pois, assim como temos duas orelhas para ouvir, temos dois olhos para enxergar, mas continuamos com apenas uma boca, para menos falar.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Lá vem ele de novo...

Amanhã é o dia de comprar chocolate, sorvete, Coca-Cola, alugar uns filmes e ficar deprimida o dia todo. Tá, exagerei um pouco agora, mas a DPDN, a famosa Depressão Pré-Dia dos Namorados, já bateu à minha porta há mais ou menos 1 semana e só vai embora dia 13 (perceberam que esse mês tem sexta-feira 13?) ou dia 14. Todo dia 12 de junho é a mesma coisa, há 19 anos. Mal chega junho e já começam as propagandas fofas pro pior dia do ano para uma pessoa que possui carteirinha VIP no Clube dos Solteiros (ou quem sabe dos encalhados?).

É fato que o Dia dos Namorados é só uma data comercial idiota criada como (mais uma!) desculpa para as pessoas irem às lojas e gastarem o seu rico dinheirinho sem uma real necessidade. Além do mais, nem feriado esse maldito dia é. Quem tem que estudar, estuda e quem tem trabalhar, trabalha. Mas, poxa, venhamos e convenhamos: é uma merda passar esse dia sozinho (a), até porque a moda do ficar e do pegar geral já acabou tem um tempo, agora quase todo mundo namora, até aqueles que se diziam solteiros convictos e os que você jamais imaginou namorando. A cada dia que passa, tem mais amigos (as) e (des) conhecidos (as) seus (suas) namorando. É ou não é? Eu fico até espantada com a capacidade que certas pessoas têm de arranjar namorado (a) como quem troca de roupa! Fica 1 mês com um (a), termina; fica 2 semanas sozinho (a), namora outro (a) por 3 meses, aí termina. E por aí vai. Tudo bem que é melhor ficar sozinho (a) que namorar um (a) maníaco (a), mas sempre bate aquele vazio de passar o Dia dos Namorados sem namorado (a). E não adianta dizer que não, que você gosta de ser solteiro (a), porque mesmo assim bate! Não importa a intensidade do vazio, mas o que é importa é que ele bate à porta do seu coração e do seu íntimo. Quando você fica ouvindo casos dos namoros dos (as) seus (suas) amigos (as) o tempo todo, aí é que bate mais ainda. É um saco. Solteirisse é um saco. Passar este dia sozinho (a) é como passar o Dia das Mães e dos Pais quando os mesmos estão longe ou já morreram; passar o Natal sem a família e o Revéillon sem os amigos.

“Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama, e que não quer nada com você, definitivamente, não é a pessoa da sua vida.O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.” (Mário Quintana)

Provavelmente, grande parte dos solteiros (a) odeia o último parágrafo desse texto do Mário Quintana. Eu pelo menos tenho um ódio quase mortal a ele. É muito lindo e fácil escrever todas essas frases poéticas, difícil é fazer com que isso vire realidade na sua vida. A poesia diz pra você não correr atrás, certo? Pra cruzar os braços que um dia - super distante, por sinal – alguém virá até você e vai dizer te ama, hum. Porra nenhuma. Isso é só pra quem nasceu muito virado pra Lua. Como não é o caso da maioria, conseguir as coisas nessa moleza, tudo na vida temos que correr atrás para conseguir, inclusive um amor. E mesmo quando a gente corre atrás, muitas vezes não dá certo!
Se não corremos atrás e esperamos uma iniciativa da outra pessoa, é porque estamos desinteressados. Por mais que tentemos mostrar interesse de forma discreta, é a impressão que dá muitas vezes. Se corremos atrás, demonstrando claramente nosso interesse e nossas intenções, a pessoa pode se sentir sufocada porque é idiota, não entender o recado porque é burra ou querer ficar com alguém pior do que você – seja na beleza, no corpo, na simpatia, na inteligência, na (i) maturidade, ou porque você sabe que ela não tem NADA a ver com ele (a) (e você tem), não importa no que for, mas é pior de algum modo - porque é maluca. Aí você fica sem entender lhufas e sem saber o que fazer. Aí depois de muito o seu coração apanhar, você desiste. Mas no fundo você não desiste nunca, a sua pequena esperança bem no fundinho o (a) faz pensar que ainda pode acontecer alguma hora. Só que essa hora nunca chega, e quando você pensa que chegou, BAM: acontece a mesma coisa das outras vezes. Ou seja, a hora (ainda!!) não chegou, e parece que jamais chegará. Deve ser uma karma na sua vida. Então todo ano quando chega o dia 12 de junho você se sente da mesma forma.

Todo ano é a mesma coisa, vem aquele sentimento de fracasso emocional. Mais 1 ano sozinho (a); mais 1 ano sem dar e ganhar presentes e cartões fofos; mais 1 ano sem lindas declarações; mais 1 ano de casos (des) amorosos mal sucedidos que não dão em nada; mais 1 ano ficando com pessoas que você não faz questão, pois quer apenas uma - aquela; mais 1 ano renovando a carteirinha VIP do Clube dos Solteiros; mais 1 ano segurando vela para seus (suas) amigos (as); mais 1 ano de desilusões; mais 1 ano de enganações a si mesmo (a) e aos outros; mais 1 ano aturando casais de pegando perto de você (já repararam que os casais que se pegam em áreas públicas, principalmente em shoppings, quase sempre ficam se pegando e dando uma da casalzinho apaixonado na frente de pessoas aparentemente solteiras? Tem horas que até parece que os casais estão te perseguindo, é bizarro! Porque se mostrar pra outro casal não deve ter graça pelo jeito... Bando de filho da puta ¬¬); mais 1 ano com finais de semana vazios; mais 1 ano escutando histórias dos namoros dos conhecidos e até desconhecidos; mais 1 ano aturando milhões de pessoas perguntando se você tem namorado (a) – e você respondendo que não com um sorrisinho amareladamente torto e ficando puto (a) por terem te perguntado (e o pior é quando ainda perguntam por quê e começam a te elogiar, dizendo não entender a sua solteirisse, como se você gostasse dela!!); mais 1 ano que você não teve capacidade de encontrar alguém que prestasse, que te merecesse e que gostasse de você de verdade; mais 1 ano com uma enorme lacuna interna, um vazio interior que nunca é preenchido; mais 1 ano sem nenhuma vontade e não vendo mais nenhum sentido em continuar solteiro (a); mais 1 ano passando o dia 12 de junho completely alone.

Já deu pra perceber que eu realmente odeio esse dia, não? Esse dia, e a semana que o antecede, me fazem refletir sobre a minha vida de solteira. Não que eu não o faça em outros dias do ano, mas meus pensamentos amoroso-depressivos se tornam mais intensos nessa época “love is in the air”. Por mais que eu tente esquecer essa porra desse dia, sempre tem uma propaganda pra me lembrar; seja na televisão, nos jornais, nas revistas, em out doors, em cartazes pendurados pela cidade ou pela internet. Aí fica difícil, né, amiguinhos! Mas eu, como membro VIP do maldito Clube dos Solteiros, estou no meu total direito de ficar deprimida e de odiar todo e qualquer casal no Dia dos Namorados (alguns eu acho fofos e até gosto, mas neste dia todos são chatos e ridículos). Portanto, pessoas com namorado (a) não esperem comentários doces em seus blogs do tipo “Como vocês formam um casal lindo! Parabéns pelo ‘seu’ dia! Muitas felicidades pra vocês.” Não serei hipócrita a esse ponto, não dá pra mim. (Pronto, falei.) Antes ficar calada que dizer merda. Não quero ver posts fofos relacionados a esse dia fatídico, vai aumentar ainda mais a minha tristeza por estar mais 1 ano solteira. Solteira. Mais 1 ano que essa palavra vazia ecoa na minha cabeça cheia.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Haja hipocrisia!



Taí uma palavra que tá na moda. Não só a palavra como os atos hipócritas, que nunca saíram de moda. Não existe ninguém no mundo que nunca tenha praticado – e que não pratique constantemente - atos hipócritas, sejam eles mais leves ou mais graves, para si ou para as pessoas à sua volta. E quem disser que não, é hipocrisia. Afinal, é ela que move o mundo.

Quem nunca:
- sentiu inveja pelo feito de alguém, mas falou “parabéns” com um sorriso amarelo e certa raiva por dentro?
- mentiu pra alguém com a maior cara de pau do mundo mesmo a pessoa para a qual você estava mentindo sabendo de toda a verdade? O famoso ‘nego até a morte’?
- disse que jamais faria algo e acabou fazendo?
- disse que odiava algo e depois acabou gostando?
- disse “não sou racista” e logo depois de um momento de raiva foi pego ou se pegou falando (ou pensando): “seu preto safado”, “seu branquelo desgraçado”, “seu japa/amarelo retardado” ou “seu índio idiota”?
- reclamou do outro sendo tão chato quanto?
- disse uma coisa pensando em outra completamente diferente e até oposta?
- alfinetou o defeito do outro possuindo o mesmo defeito?
- fez uma merda e botou a culpa no outro?
- apontou vários defeitos no outro e escondeu de si mesmo os próprios defeitos?
- deixou de fazer algo que gostaria por causa de alguém?
- falou algo e depois desmentiu para não se prejudicar, por vergonha ou por medo?
- foi simpático (a) com uma pessoa insuportável só por interesse quando na verdade queria enforcá-la?
- escondeu algo quando queria, na verdade, exibi-lo como uma melancia na cabeça?
- escondeu um sentimento por causa de outra pessoa?
- chamou o outro de hipócrita sendo mais hipócrita ainda?

Quem nunca praticou pelo menos (mais de) uma vez cada uma destas ações, e mais algumas não citadas, que atire a primeira pedra, pois o mundo é hipócrita e você faz parte dele.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...